terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Minha razão





















Essa proibição que mais me afasta
Da verdadeira valorização.
A multidão ignorante que contrasta
Contra minha individual razão

Que ainda que sozinha..., verdadeira!
Pois esse só é mais correcto que tudo.
Críticas feitas de qualquer maneira
Mas que ainda assim, não me deixam mudo.

E mesmo que seja preciso o grito,
Ou outra forma mais, para a expressão...
Na minha poesia eu acredito!

Assim permanecendo, mas não aflito,
Meu ego alto em superiorização,
Nunca inconsciente quando medito.

António Botelho

5 comentários:

  1. Brutal simplesmente :D

    gosto de ti*

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  2. Orolha, um soneto. Tu bistelo?Lol!
    E foste a Infias. Infiaste a máquina no tripé e Zás, uma foto do Cristo Rei a olhar para Fornos :D
    Muito bem :o)
    Aquele abraço
    Até breve

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  3. Esse poema ta 5*
    aquele abraço
    Rikardo

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  4. continua cm és...a escrever e com a intensidade com que te dedicas a isto..

    mariana

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  5. o verdadeiro grito está na tua própria poesia :) continua!

    joana

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