quinta-feira, 14 de outubro de 2010

A INCONSCIÊNCIA DA POESIA





















Nestes arcos de sede tão medonha
De inspiração… A frota que trabalho
Sem que ao claro lhe veja sua fronha,
Faz do meu acto poético um atalho!

Pois mais que um desabafo não trespassa,
Tendo em conta essas portas conscientes…
É esta a ponte semblante numa raça
Que perfurará mesmo as duras mentes!

Sem utopia inerte mas activa!
A imaginação mais fecunda altiva!
Fora aos que não merecem poesia!

Só a compaixão mais negra posso ter,
Nada mais que isso posso oferecer…
Não renego o poder de cada dia!

António Botelho

5 comentários:

  1. Forte, inspirador!
    Gostei muito do seu jeito de escrever!
    Abraço

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  2. Não consigo entender-te, mas sei que há algo aí. Pretendo voltar e continuar lendo.

    Concordando ou não, vamos sempre aprendendo e mudando de opinião.

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  3. Muito obrigado a todos os comentadores!
    Cá espero pelo vosso retorno, com mais poesias sobre tudo e mais alguma coisa, poesias metapoéticas!
    Cumprimentos poéticos,

    António Botelho

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  4. Muito nice o poema :D
    Continua :D
    Ana Rita Viegas

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